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Comercializada em solução injetável de 4 ml, a Norepinefrina é um dos mais importantes medicamentos utilizados no combate da pandemia do novo coronavírus. Isso porque a substância é utilizada em situações emergenciais onde há diminuição brusca da pressão sanguínea e se faz necessário aumentar a contração dos vasos sanguíneos, elevando a pressão arterial em casos de infarto ou hipotensão profunda, por exemplo. Produzida sob a substância ativa Bitartarato de norepinefrina, a Norepinefrina é um vasopressor que também age na função cerebral, aumentando o estado de atenção, a memória, a concentração e o humor.

Produzida pelo laboratório canadense Hospira Healthcare Corporation, o sulfato de morfina é um dos medicamentos mais utilizados em todo o mundo. Destinado ao alívio de dores intensas, a morfina é destinada a pacientes com tipos de câncer terminais, infarto no miocárdio, artrite reumatóide, osteoartrite, cólicas renais, pedras nos rins, bem como em lesões e dores mais graves e até mesmo em gestantes, para aplacar as dores do parto. Comercializado em solução injetável - nas doses 2 mg/ml - 4 mg/ml - 8 mg/ml - 10 mg/ml - 15 mg/ml - o medicamento foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) em 1941.

O Brometo de Rocurônio se tornou uma das substâncias ativas mais utilizadas no tratamento contra a Covid-19. De acordo com uma pesquisa da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), a utilização do anestésico Rocurônio B. Braun cresceu, impressionantes, 2.914% em um comparativo entre os três primeiros meses de 2021 e os 12 meses de 2019. Ainda de acordo com o estudo da FenaSaúde, a projeção é de que a procura pelo medicamento seguirá em alta.

Sintetizado pela primeira vez em 1974, o Tracur (besilato de atracúrio) ganhou ainda mais popularidade desde o início da pandemia do novo coronavírus, no fim de 2019. Isto porque o fármaco é utilizado em hospitais - em cirurgias ou outros procedimentos, como a ventilação mecânica - como um bloqueador neuromuscular, ou seja, promovendo o relaxamento dos músculos como um complemento à anestesia, facilitando a intubação endotraqueal.

Solução injetável é comercializado em embalagens com 5 ampolas de 5 mL ou 10 mL (2 mg/mL), o besilato de cisatracúrio é um importante bloqueador neuromuscular, ou seja, uma fármaco não-despolarizante que é direcionado à atuação conjunta com anestesia para procedimentos cirúrgicos e outros procedimentos como a intubação das vias respiratórias. De duração intermediária, sua administração intravenosa tem sido fundamental para a sedação de pacientes do novo coronavírus em Unidade de Tratamento Intensiva (UTI).

O Citrato de Fentanila é medicamento analgésico de elevada potência - sua ação é 100 vezes maior do que a da morfina - indicado para um período anestésico pré-medicação, indução e manutenção, bem como pode ser utilizado no período pós-operatório, em auxílio à anestesia geral. Com sua ação rápida, o Citrato de Fentanila se tornou um dos analgésicos opioide mais populares e importantes no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o Remdesivir para tratamento do novo coronavírus no Brasil. O antiviral experimental é o primeiro medicamento ratificado no Brasil para o tratamento específico da Covid-19. Com nome comercial de Veklury, o medicamento é produzido pela farmacêutica estadunidense Gilead e não será comercializado em farmácias tradicionais. A Anvisa seguiu a tendência de outros órgãos reguladores, já que o medicamento também foi aprovado nos Estados Unidos, Canadá e nos países da União Europeia, entre outros.

Produzido sob a substância ativa fumarato de dimetilo, o Tecfidera recebeu aprovação da European Medicines Agency (EMA) para tratamento de pacientes com esclerose múltipla, doença crônica, neurológica, que é progressiva e autoimune - ou seja, quando as células de defesa do nosso corpo atacam o próprio sistema nervoso provocando lesões no cérebro e na medula. A substância ativa do Tecfidera, o fumarato de dimetilo, atua na ativação de uma proteína chamada 'Nrf2', responsável por regular certos genes que produzem antioxidantes que protegem as células de danos provocados pela EM.

Indicado para o tratamento de Doenças do Ciclo da Ureia (DCU), o Ravicti recebeu aprovação da Food and Drug Administration (FDA) e da European Medicines Agency (EMA), agências reguladoras de medicamentos comercializados nos Estados Unidos e na União Europeia, respectivamente. Desenvolvido pela Hyperion Therapeutics, o Ravicti foi designado como medicamento órfão, ou seja, uma categoria direcionada ao tratamento de doenças raras, como as do ciclo da ureia, e está disponível no formato de líquido (1,1 g/ml) para ser administrado de forma oral ou por meio de um tubo que liga o nariz ao estômago - ou da barriga ao estômago.

Indicado para o tratamento de adultos com câncer de células renais avançado, o Inlyta recebeu aprovação da European Medicine Agency (EMA), responsável pelo monitoramento científico, avaliação, supervisão e segurança relativa a toda e qualquer substância e medicamento desenvolvida por laboratórios farmacêuticos para uso no espaço Europeu. Produzido com a substância ativa axitinib, o Inlyta é indicado para casos onde o câncer começou a se espalhar, bem como quando o tratamento com Sutent (sunitinib) ou “citocinas” (outros medicamentos contra o câncer) não foram eficazes.

Medicamentos em Destaque

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  • Besilato De Atracúrio
  • Besilato De Cisatracúrio
  • Cabozantinib
  • Carcinoma De Célula Escamosa Cutânea Metastático
  • Carcinoma Metastático
  • Cardiologista
  • Carfilzomib
  • Cemiplimab
  • Citrato De Fentanila
  • Cloreto De Suxametônio
  • Cloridrato De Dexmedetomidina
  • Cloridrato De Dextrocetamina
  • Clínico Geral
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