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Comercializado pelo laboratório Recordati Rare Diseases Inc, o Panhematin é o único medicamento aprovado pela Food And Drug Administration (FDA) - agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos - para o tratamento de Porfiria aguda intermitente (PAI). Destinado a evitar a progressão dos ataques de PAI, principalmente porque seu avanço pode provocar danos irreversíveis ao nervo, o Panhematin evita que ataques atinjam o estágio crítico de colapso nervoso. Posto isto, o benefício clínico do Panhematin está diretamente ligado à administração imediata já que o medicamento não pode reparar danos nos nervos que já ocorreram.

As bactérias vivem no mundo há mais de 3 bilhões de anos e, em sua grande maioria, são benéficas para a nossa saúde. No entanto, 1% delas, as chamadas bactérias patogênicas, são responsáveis pela infecção bacteriana, que provoca sintomas como febre, tosse e espirro, dor no corpo, cansaço/fadiga, náusea e vômito e, também, edema local. A sepse, por exemplo - uma infecção bacteriana - é uma das principais causas de morte no mundo e, somente no Brasil, é responsável por 233 mil óbitos em UTIs. Dito isto, para ilustrar a gravidade de uma infecção bacteriana, fica evidente a importância da utilização de uma medicação correta para seu combate. É o caso do Demeclocycline, medicamento indicado contra pneumonia e outras infecções do trato respiratório, bem como infecções de pele, olhos, sistema linfático, intestinal, genital e urinário.

Dedicado ao tratamento de pacientes com câncer de mama HER2 positivo precoce e com alto risco de recorrência, o Perjeta (pertuzumab) foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador dos Estados Unidos, para uso em combinação com trastuzumabe e quimioterapia. O medicamento também recebeu a aprovação da European Medicines Agency (EMA), versão europeia do órgão regulamentador, que reconheceu a eficácia do Perjeta contra o HER2 positivo, que constitui cerca de 20% dos casos de câncer de mama - além de tratamento do câncer de mama metastático, inflamatório ou em estágio inicial e câncer de mama precoce com alto risco de reincidência.

Um alívio aos pacientes com mielofibrose: assim pode ser definido o Jakavi, medicamento aprovado na Europa pelo Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR), sob avaliação do Comitê de Medicamentos para Uso Humano ( CHMP ) e no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Produzido com a substância ativa ruxolitinib, o Jakavi está disponível em comprimidos (5, 10, 15 e 20 mg) é indicado para o tratamento contra mielofibrose de risco intermediário ou alto; mielofibrose primária; mielofibrose pós-policitemia vera; mielofibrose pós-trombocitemia essencial; e policitemia vera (PV).

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) concedeu aprovação ao Cystagon, medicamento dedicado ao tratamento de pacientes com cistinose nefropática, doença hereditária que afeta os rins. Comercializado pelo laboratório Mylan, o Cystagon atua contra o excesso de produção e acúmulo de cistina - aminoácido naturalmente produzido pelo organismo - evitando a sobrecarga das células, especialmente comprometendo os rins e os olhos. Disponível sob a forma de cápsulas (50 e 150 mg), o medicamento necessita de receita e acompanhamento médico - com experiência em cistinose nefropática, e é produzido com o princípio ativo mercaptamina (ou cisteamina).

A Food and Drug Administration (FDA), agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, concedeu aprovação ao Xospata (gilteritinib) para tratamento de Leucemia Mielóide Aguda (LMA) - recidiva ou refratária - com mutação FLT3. Produzido pela Astellas Pharma, o Xospata é um medicamento de prescrição médica para pacientes adultos, tanto em caso de regresso ou não melhora significativas da doença após outro(s) tratamento(s) anterior(es).

A Food and Drug Administration (FDA) agência reguladora de medicamentos nos Estados Unidos, concedeu, pela primeira vez, aprovação a um medicamento contra carcinoma cutâneo escamoso avançado (sob as seguintes especificidades: metastático, localmente avançado e que não são candidatos a cirurgia ou radioterapia). Trata-se da injeção de Libtayo (cemiplimab), de uso intravenoso, que atua direcionando a proteína PD-1 e combatendo as células cancerígenas.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) - agência responsável pela avaliação científica, supervisão e monitorização da segurança dos medicamentos na União Europeia - aprovou o Translarna para tratamento de pacientes com Distrofia Muscular de Duchenne (DMD), doença de herança recessiva ligada ao cromossomo X. Hereditária, a DMD tem registros de manifestações clínicas desde a infância, provocando enfraquecimento muscular progressivo, o que requer rápido tratamento com a manipulação de medicamentos como o Translarna.

Após uma série de testes, a European Medicine Agency (EMA), órgão criado em 1995 como regulador de medicamentos na Europa, concedeu aprovação ao Myalept (Metreleptina) para o tratamento de Lipodistrofia. O medicamento, comercializado pela Aegerion Pharmaceuticals, se mostrou capaz de agir contra as complicações provocadas pela doença, caracterizada pela deficiência de leptina, responsável pelo mau armazenamento de gordura no corpo. O Myalept é prescrito junto a uma dieta recomendada para, além de repor leptina, amenizar os danos da Lipodistrofia generalizada.

Desde 1996, a lei das patentes instituiu novas práticas no mercado brasileiro de medicamentos. Superados 20 anos da fabricação do produto, o remédio teria sua composição química divulgada e outros laboratórios poderiam formular versões genéricas, que prometiam eficiência similar a um custo muito mais baixo. O sucesso da medida teve, entretanto, um efeito colateral: a ideia de que medicamentos importados eram necessariamente mais caros do que suas versões nacionais. Nada mais longe da verdade. Se a tese é coerente com a realidade em alguns casos, em muitos outros importar o medicamento se mostra mais seguro e vantajoso também do ponto de vista financeiro.