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Produzido sob a substância ativa enzalutamida, o Xtandi é um medicamento contra o câncer que é destinado para o tratamento de homens com tumores de próstata. Recomendado para quando o câncer é metastático, ou seja, quando se espalhou para outras partes do corpo, o medicamento foi aprovado pela European Medicines Agency, órgão regulador de medicamentos da União Europeia. Após uma série de estudos, ficou comprovado que o medicamento é dedicado aos casos em que o câncer foi resistente ao tratamento para diminuir a produção de testosterona ou após a remoção cirúrgica dos testículos, bem como em casos do tratamento com docetaxel não apresentar ou deixar de apresentar efeitos. De acordo com a agência, também é indicado quando a terapia hormonal não funcionou e o paciente ainda não precisa de quimioterapia.

Comercializado pela AstraZeneca, o Ultomiris recebeu a aprovação da Food And Drugs Administration, órgão regulador de medicamentos nos Estados Unidos, para o tratamento de adultos com miastenia gravis generalizada (gMG), uma doença neuromuscular rara, debilitante, crônica e autoimune que leva à perda da função muscular e fraqueza severa. O fato foi comemorado por Marc Dunoyer, CEO da Alexion, AstraZeneca Rare Disease, grupo da AstraZeneca focado em doenças raras.

Produzido sob a substância ativa atezolizumab, o Tecentriq recebeu a aprovação da European Medicines Agency, órgão regulador de medicamentos na União Europeia, para o tratamento de quatro tipos diferentes de câncer. Após uma série de testes, a agência europeia reconheceu a eficácia do medicamento para o tratatamento de pacientes com câncer urotelial (câncer da bexiga e do sistema urinário), câncer de pulmão, um tipo de câncer de mama conhecido como câncer de mama triplo negativo e carcinoma hepatocelular, um câncer que começa no fígado.

Destinado ao tratamento o tratamento de câncer de mama metastático HER2-positivo em pacientes adultas que foram previamente tratadas para sua doença metastática, o Margenza recebeu a aprovação da Food And Drugs Administration, órgão regulador de medicamentos dos Estados Unidos, após rigorosos testes. Comercializado em forma de injeção, o Margenza deve ser administrado por um profissional de saúde diretamente na veia, ou seja, por infusão intravenosa, a cada três semanas e em combinação com a quimioterapia.

A Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o Tepezza para o tratamento de adultos com doença ocular da tireoide. A condição rara, que faz com que os músculos e tecidos adiposos atrás do olho fiquem inflamados, provoca a proptose, ou seja, quando os olhos são empurrados para a frente. Produzido sob a substância ativa teprotumumab-trbw, o medicamento é o primeiro a receber a aprovação para o tratamento da doença ocular da tireoide.

A Food and Drug Administration concedeu aprovação acelerada ao Exkivity para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão de células não pequenas - localmente avançado ou metastático (NSCLC), com receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) e mutações de inserção do exon 20 detectadas por teste. A aprovação ao medicamento é destinada aos casos onde a doença progrediu durante ou após a quimioterapia à base de platina.

Produzido pela Roche Químicos e Farmacêuticos S.A., o Kadcyla é destinado ao tratamento de pacientes com câncer de mama, com receptores positivos para a proteína HER2. A indicação é para pacientes que apresentem metástases ou câncer avançado, quando não há indicação de cirurgia e/ou quando os receptores para a proteína HER2 apresentem doença residual invasiva, neste caso, após um tratamento neoadjuvante baseado em taxano e trastuzumabe, substâncias ativas que combatem o Câncer de mama.

No último dia 29 de outubro, a Food And Drugs Administration (FDA) concedeu a aprovação acelerada do Scemblix para o tratamento de leucemia mieloide crônica positiva para o cromossomo Philadelfia em fase crônica. A aprovação se refere a pacientes previamente tratados com dois ou mais inibidores da tirosina quinase, adultos com o tipo crônico da doença - cromossômica positiva em fase crônica com a mutação T315I.